12 de julho de 2018

[Glitch Mundo/BIG SPIN 2018] Você é independente ou mente?

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Relato da discussão ocorrida na Terça-Feira dia 26 de Junho de 2018 no Centro Cultural de São Paulo, organizado pelo Glitch Mundo durante o BIG Festival.

Sobre a discussão

Nunca houve clareza sobre o que o independente significa para jogos, mas todo desenvolvedor parece saber o que não é. Junte-se a nós na tentativa de mapear o que significa ser Indie hoje no Brasil.

O que é o Glitch Mundo?

É uma rede de desenvolvedores de jogos do Brasil todo, organizados em grupos menores, que se unem para fazer coisas que acham importantes para todos os desenvolvedores. O Glitch Mundo 1.0 foi o primeiro evento organizado por essa rede!

Mais informações

Ordem de falantes na discussão

Introdução e mediação do debate: Thaís Weiller

  1. Caio Chagas – Ilex Games
  2. Pedro Zambon – GamesBR
  3. Marcelo Rigon – Ilex Games
  4. Bruno Dias
  5. Flavio Martins
  6. Caio Carvalho
  7. Lucas Estanislau – OTA IMON
  8. Nemo Stein
  9. Marcos Gonçalves – Indie Warehouse
  10. Amora Bettany – Miniboss
  11. Raoni Dorim – GAMinG e Mopix
  12. Felipe Soares
  13. Pedro Medeiros – MiniBoss
  14. May Fury – REVStudio
  15. Rafael Magalhães – Coffe Studios
  16. Eliana Dib
  17. Lucas Goulart

(qualquer inconsistência nessa lista, favor colocar nos comentários para que possa ser corrigido)

Transcrição da Ata original:

Condensando a conversa de terça, acredito que o que ficou claro é:

  • 1) Não queremos definir ou restringir o que é ser independente. Quem se identifica como tal deve ser respeitado como tal.
  • 2) Nós nos identificamos como uma cena e queremos ser reconhecidos como tal
  • 3) Nós não reconhecemos um festival que se propõe a mostrar essa diversidade mas se restringe a curadoria de uma única pessoa por mais de cinco anos. Isso vai contra tudo que acreditamos em relação a expressividade da nossa cena.
  • 4) Premiações não celebram nossa diversidade, apenas tentam nos colocar uns contra os outros.

Por isso, queremos que o festival do Big:

  • a) Que seja um grupo de curadores e não uma única pessoa.
  • b) Que esse curadores sejam da comunidade e reconhecidos pela comunidade.
  • c) Tenha rotatividade anual nos curadores.
  • d) Que em vez de prêmio para alguns jogos, todos os finalistas recebam um prêmio igual, mesmo que de menor valor, ou que as despesas de todos eles sejam cobertas, em especial dos brasileiros.

Caso esses pedidos não sejam cumpridos, pedimos encarecidamente que o festival retire o nome a alcunha “jogos independentes brasileiros” pois nós, os desenvolvedores brasileiros destes jogos independentes, não nos reconhecemos na mesma.

A discussão em andamento no canal do Discord do Glitch Mundo

A ata colaborativa está sendo realizada desde 11/07/2018 neste documento aberto

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